Friday, April 13, 2007

No céu da noite cai o som silêncioso do luar.
Na delonga dos dias anseio o despertar real de algo que não possuo ou desconheço. Amargas são as horas da demora e seco é o sabor da ausência petrificada em mim. Longo o espasmo, seca a dor e louco o desespero de esperar. Alucino. Queimo e sofro, só.
E oiço felicidade por todos os poros, não de mim.
E grito a negação dela, involuntariamente.
Não pertenço aqui, já te tinha dito.
só.
Eu não pertenço aqui.

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